Pensar coletivamente a regeneração dos centros urbanos antigos. Casos de Estudo: Portimão e Loulé – Portugal

Resumo

 

Trata o presente trabalho da divulgação dos resultados de dois workshops realizados com atores sociais vinculados aos centros urbanos antigos, de duas cidades portuguesas: Portimão e Loulé. O objetivo foi “pensar coletivamente” para a cocriação de políticas de regeneração urbana. As acções no território realizaram-se com parcerias entre a Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa com organizações “institucionais” e/ ou da sociedade civil, de acordo com as especificidades locais, com a premissa de criar o ambiente mais favorável para a participação pública. A abordagem utilizada na discussão entre os vários atores sociais, baseou-se no diagnóstico dos problemas, na análise dos recursos em presença e na apresentação de propostas de ação concretas. Apesar de alguns ajustamentos decorrentes da reflexão suscitada no primeiro evento, na generalidade a metodologia utilizada foi similar nos dois contextos urbanos, com recurso a técnicas de service design, contextualizadas ao território em causa. As conclusões reportam-se à sistematização dos resultados dos Workshops, articulados com uma análise mais ampla, através do cruzamento dos contextos específicos – territoriais, políticos, sociais e culturais – com a identidade/ identificação da população com as cidades. Nesse âmbito foram realizados inquéritos exploratórios representativos de tendências de determinados grupos sociais, utilizadores do espaço em estudo, e com predisposição à participação em ações culturais e cívicas e de entrevistas semi-estruturadas a atores-chave das comunidades.
PALAVRAS-CHAVE: Participação Pública. Centros urbanos antigos. Regeneração Urbana.

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Autores

Ano do texto: 2018

Citação ABNT

CAETANO, LUCINDA OLIVEIRA ; CRESPO, JOSÉ LUÍS ; PARAÍZO, RODRIGO CURY . Pensar coletivamente a regeneração dos centros urbanos antigos. Casos de Estudo: Portimão e Loulé – Portugal. REVISTA NACIONAL DE GERENCIAMENTO DE CIDADES, v. 6, p. 69-83, 2018.

Atualizado em 2020-05-18 11:13 por Raissa Paim.

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